Miúdo
Sabe onde mora a certeza do meu amor por você? Nas idiotices. Sim, nas idiotices.
Eu amo cada coisa boba, cada coisa à toa, cada coisa que passa despercebida para um mundo que tanto repara.
Amo cada coisa sua, cada coisa nua, cada coisa muda, que no resto nada causa.
Amo cada detalhe, que por mais que nem repare, tanto me diz.
Amo suas cores, dizer seu nome, sentir teus braços.
E, em cada abraço, noto seus pêlos, esqueço seus erros e me acho perfeita. Por estar ali.
Amo ficar perdida, desnorteada e, ainda assim, não querer um mapa.
Amo como ao teu lado renovo o amor, mesmo depois de tanto dissabor.
Amo ver que são só dificuldades e, apesar dos pesares, quando longe, só sinto saudade.
E como fodam-se as horas, tempos de outrora e o futuro ainda mais. Eu amo nosso presente.
Nossa cama quente, e a sincronia inconsciente de nossos corpos.
Amo dividir meu copo, matar sua sede, saciar todas as minhas necessidades.
Amo te ver contente, mesmo que quase sempre, deixe comigo momentos de baixa.
Amo meu desprendimento de estando longe, saber viver.
E, ainda assim, quando vejo sua imagem; quando me diz bobagem, só sei com tamanha intensidade, te querer.
Amo a maneira de me imitar. E sua mania de comparação.
Amo sua aversão às toalhas, suas bocas e caras
Sua percepção da língua portuguesa e observação das minhas falas.
Amo teu sorriso espontâneo, como naquela foto que estamos felizes.
Amo teu desejo simples, necessidade física e a cobrança por eu ter na minha vida, diretrizes.
Amo sua contradição que espera de mim o que quer e precisa de você.
Amo o quanto me inspira, excita e instiga, tumultua e, por ora, desestimula.
Amo querer te escrever, mesmo que, por essa recíproca, tenha sempre que mendigar.
E sempre tentar melhorar e continuar a acreditar que um dia vai dar certo. Nosso amor.
Torto e disperso, preguiçoso e lúdico.Verdadeiro.
Amo porque nada disso pode ser mensurável.
E, em meio às suas tantas infundadas desconfianças, esta pode ser mais uma brincadeira minha, digna de jardim de infância.
Amo quase a culpa por ser mais nova.
Amo o amor que sinto, que quase me faz acreditar em tudo isso.
Eu amo cada coisa boba, cada coisa à toa, cada coisa que passa despercebida para um mundo que tanto repara.
Amo cada coisa sua, cada coisa nua, cada coisa muda, que no resto nada causa.
Amo cada detalhe, que por mais que nem repare, tanto me diz.
Amo suas cores, dizer seu nome, sentir teus braços.
E, em cada abraço, noto seus pêlos, esqueço seus erros e me acho perfeita. Por estar ali.
Amo ficar perdida, desnorteada e, ainda assim, não querer um mapa.
Amo como ao teu lado renovo o amor, mesmo depois de tanto dissabor.
Amo ver que são só dificuldades e, apesar dos pesares, quando longe, só sinto saudade.
E como fodam-se as horas, tempos de outrora e o futuro ainda mais. Eu amo nosso presente.
Nossa cama quente, e a sincronia inconsciente de nossos corpos.
Amo dividir meu copo, matar sua sede, saciar todas as minhas necessidades.
Amo te ver contente, mesmo que quase sempre, deixe comigo momentos de baixa.
Amo meu desprendimento de estando longe, saber viver.
E, ainda assim, quando vejo sua imagem; quando me diz bobagem, só sei com tamanha intensidade, te querer.
Amo a maneira de me imitar. E sua mania de comparação.
Amo sua aversão às toalhas, suas bocas e caras
Sua percepção da língua portuguesa e observação das minhas falas.
Amo teu sorriso espontâneo, como naquela foto que estamos felizes.
Amo teu desejo simples, necessidade física e a cobrança por eu ter na minha vida, diretrizes.
Amo sua contradição que espera de mim o que quer e precisa de você.
Amo o quanto me inspira, excita e instiga, tumultua e, por ora, desestimula.
Amo querer te escrever, mesmo que, por essa recíproca, tenha sempre que mendigar.
E sempre tentar melhorar e continuar a acreditar que um dia vai dar certo. Nosso amor.
Torto e disperso, preguiçoso e lúdico.Verdadeiro.
Amo porque nada disso pode ser mensurável.
E, em meio às suas tantas infundadas desconfianças, esta pode ser mais uma brincadeira minha, digna de jardim de infância.
Amo quase a culpa por ser mais nova.
Amo o amor que sinto, que quase me faz acreditar em tudo isso.

1 Comments:
escreve mais?
me conta suas andanças pelo brasil a dentro, as personagens que tocam no fundo da sua alma e os amores que mexem com vc?
o seu olhar é grande, Gabi, e o seu texto imenso. E eles me fortalecem, me trazem um pouquinho mais de Gabriela, sempre Gabriela.
Amo. Simples assim.
beijo grande da Marina, Morena Marina
e viva o Caymmi
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